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A importância de oferecer produtos de qualidade

Que devemos criar ou comprar produtos de qualidade, todos já estamos cansados de saber! Mas você já parou para se questionar o que significa essa tal qualidade? Essa é a pergunta de ouro, principalmente quando consideramos que, hoje, o consumidor está cada vez mais exigente. Não basta fazer mais do mesmo, é preciso buscar sempre o aprimoramento, e o primeiro passo é definir os parâmetros para realizar as melhorias, ou seja, definir qualidade.

O termo pode ser compreendido de diversas formas, e todas elas nos ajudam a entender um pouco sobre o que deve ser buscado e pensado quando elaboramos um produto ou procuramos um fornecedor. Para que você fique por dentro de tudo o que precisa saber sobre o assunto, resolvemos falar um pouco sobre produtos de qualidade, bem como apontar a sua importância. Confira, a seguir!

As variadas dimensões da qualidade

Quando você compra um produto e chega à conclusão de que ele tem qualidade, certamente avaliou, mesmo que inconscientemente, algumas de suas características. Isso acontece porque o termo, na verdade, é multidimensional. Tudo começa no atendimento e termina no momento em que o seu cliente finalmente começa a usar o produto. Essa experiência de compra irá definir, como em uma conta de somar, se o cliente percebeu ou não o atributo da qualidade.

Dentre as variadas dimensões do termo, destacam-se o desempenho, o atendimento, a durabilidade, a aparência, as características acessórias (detalhes), a qualidade percebida (força da marca) e, finalmente, a confiabilidade. Se você vende um produto e percebe que todos esses atributos estão presentes, é sinal de que você está no caminho certo para garantir o sorriso do seu cliente e, consequentemente, o retorno para sua empresa. Portanto, pense em cada um desses pontos antes de revender qualquer produto.

Afinal, porque a qualidade é tão importante?

Sabemos que a qualidade é importante, não restam dúvidas sobre isso. Mas o que acontece com o comportamento da sua clientela quando você começa a revender produtos assim? Para começar, pode ter certeza de que ela está cada vez mais exigente, mas não para por aí!

Além de aumentar as vendas do seu negócio, a questão da qualidade está intimamente ligada à construção da identidade da sua empresa. Ou seja, você vai proporcionar uma experiência memorável para o seu público-alvo e reforçar o posicionamento da marca no mercado, ganhando em competitividade e fidelizando a clientela.

É importante destacar que, com o crescimento constante da concorrência no varejo – independentemente do nicho explorado, por sinal –, o branding, ou seja, a construção da sua marca, é fundamental para que a sua empresa consiga sobreviver e crescer.

Como conquistar a qualidade?

A procura por bons fornecedores já é um bom começo, afinal, são eles que garantem os estoques e oferecem os produtos. Portanto, procure por fornecedores parceiros, que atendam prazos e forneçam bons preços, afinal, eles serão revertidos diretamente para os seus clientes.

Treinamentos também são fundamentais, pois, como vimos, uma das várias dimensões da qualidade é o atendimento. Os vendedores precisam estar preparados para receber o público, conhecer o produto vendido e, acima de tudo, estarem comprometidos com as metas da empresa. Seguindo por esse caminho, você certamente terá muito mais sucesso no seu negócio!

Fonte:internet

15 dicas para atender bem

Um bom atendimento é essencial para manter a satisfação e a fidelidade do cliente. Veja um roteiro a ser usado no comércio.

O consumidor nunca deve sair da empresa com a impressão de que foi mal atendido. Isso porque uma pessoa pode contar sua experiência negativa (ou positiva) a diversas outras, que contarão a outras, e assim por diante.

A função de atender jamais pode se mostrar rotineira. É um erro sério definir o atendimento ao cliente como trabalho de rotina.

Esse pensamento acaba reduzindo a importância dessa função e inibindo a capacidade criativa de quem o executa. A rotineirização da tarefa atendimento é prejudicial para o funcionário e, logo, para a empresa, pois o cliente seria apenas mais um no meio de toda uma gama de consumidores.

Ao contrário, todo cliente exige um tratamento diferenciado, pois cada um tem necessidades diferentes. O importante é fazê-lo se sentir especial.

Veja algumas dicas para manter um bom relacionamento com o cliente:

SEJA CONSCIENTE E CORTÊS

Atenda bem a qualquer pessoa que se dirigir ao seu comércio/empresa. Para isso, esqueça seus próprios preconceitos. Pare de formar impressões antecipadas e distorcidas dos clientes. O tratamento “senhor” ou “senhora” deve ser dirigido mesmo a jovens, a não ser que o cliente o autorize a chamá-lo por “você”.

DÊ AS BOAS – VINDAS

Cumprimente a todos com um sorriso. Esse é um modo de nos mostrarmos agradáveis e receptivos, o que facilita o contato com o cliente. Sempre que possível, chame-o pelo nome, procurando pronunciá-lo corretamente.

ATENDA DE IMEDIATO

Nunca deixe uma pessoa esperando, principalmente se o serviço que estiver fazendo não tiver relação com o assunto que o cliente irá tratar. Para quem espera, um minuto torna-se uma eternidade. Há pessoas que aguardam por dois minutos, e depois são capazes de dizer que esperaram por mais de dez! No entanto, após ter sido inicialmente atendida, a pessoa aguarda com mais calma.

Exemplo: uma cliente aguarda o atendimento do caixa, enquanto este está procurando o bloco de notas para usá-lo. Neste caso, é bem mais simpático que o caixa olhe para a pessoa e diga: “um momentinho, já vou atendê-la”, em vez de nada dizer. Assim, ela fica ciente de que já foi vista e não se sente rejeitada.

DEMONSTRE BOA VONTADE

Mesmo fora de seu setor, cumprimente a todos. Não só os colegas de trabalho, mas também os clientes. A gentileza não precisa se restringir ao setor de atuação, mas pode (e deve) se estender a toda a empresa. É sempre gratificante para o consumidor ser reconhecido e cumprimentado.

DISPENSE MUITA ATENÇÃO AO CLIENTE

Faça com que ele se sinta bem-vindo. Trate-o como alguém importante para a empresa. Comentários agradáveis valorizam a relação, mas nunca fale além do necessário, dê tempo para que ele explique o que deseja.

AJA COM RAPIDEZ

O tempo é um fator importante na hora do atendimento. Geralmente, o cliente quer que sua necessidade seja satisfeita o mais rápido possível. Porém, cuidado para não passar a impressão de que você deseja se ver livre dele rapidamente. Não confunda rapidez com descaso!

PRESTE ORIENTAÇÃO SEGURA

Muitas vezes o cliente fica inibido diante do funcionário, por isso, deixe o consumidor à vontade e lhe preste um atendimento eficiente, orientando-o em sua compra de maneira clara e educada. Iniciar o contato com uma expressão do tipo “em que posso servi-lo, senhor?”, é sempre bem aceita.

EVITE TERMOS TÉCNICOS

Se você conhece a terminologia técnica dos produtos que lida, deve abster-se de usá-los quando se dirigir aos clientes, sob o pretexto de confundi-los. Isso poderia causar incompreensão e constrangimento ao consumidor. Abreviações e siglas também devem ser evitadas.

O ideal é usar expressões simples, pronunciadas em voz moderada e clara. É importante que tenha paciência caso a pessoa queira uma informação. Se isso acontecer, repita-a quantas vezes forem necessárias. As pessoas não são culpadas por deixar de entender determinada expressão.

JAMAIS DE ORDENS

Nunca, nunca mesmo, dê uma ordem ao cliente. Ninguém gosta de ouvir algo como “o senhor tem de assinar aqui”. Uma expressão cordial tem mais valor: “por favor, o senhor poderia assinar nesta linha?”.

CHAME O CHEFE EM CASOS ESPECIAIS

Diante de um cliente autoritário, que acha que é dono da verdade, tente usar de sua habilidade para atendê-lo da melhor forma e para contornar qualquer mal entendido. Caso perceba que uma determinada situação pode piorar, procure ajuda de seu supervisor ou gerente.

EVITE ATITUDES NEGATIVAS

Expressões negativas tendem a criar um clima negativo. O ideal é evitar expressões como: “não pode”, “está errado”, “não deve”.

FALE A VERDADE

Nas informações prestadas ao cliente, a verdade é extremamente importante. Mesmo sendo desagradável, é preferível assumir uma falha, a passar ao cliente a impressão de que esconde informações ou omite problemas.

DÊ ATENÇÃO ÀS RECLAMAÇÕES

Fique atento a qualquer reclamação, queixa ou sugestão vinda do cliente e encaminhe-as ao superior imediato para verificação.

DEMOSNTRE SIMPATIA, COMO UM BOM CARTÃO DE VISITAS

Lembre-se de que sua imagem corresponde à da empresa. Cuide de sua aparência e vestuário, para que esteja sempre apresentável, mantendo-o limpo e bem cuidado, e do seu material de trabalho, mantendo-o organizado. Use palavras cordiais e dê informações corretas.

GARANTA QUALIDADE PARA SEU AMBIENTE DE TRABALHO

Faça a manutenção diária da limpeza e cuide dos móveis e objetos de trabalho. Deixe sempre à mão os objetos de que necessita. Em um ambiente limpo e organizado, todos desempenham melhor suas funções.

Fonte: Sebrae Nacional

5 razões para manter seu site atualizado

Olha lá mais um site parado na internet! Infelizmente isso é muito comum de se ver. A empresa decide marcar presença online, desenvolve um site e depois o deixa esquecido no canto, como se fosse algo sem nenhuma utilidade.

Bem, se for tratado dessa maneira ele, provavelmente, não servirá para quase nada mesmo. Mas a questão é que essa postura está errada. Um site não é só uma vitrine virtual da empresa, como também uma fermenta de Marketing Digital, de relacionamento com o público-alvo e de indexação nos mecanismos de busca, como o Google.

Um site é criado para promover a visibilidade de uma marca e para maximizar seus resultados. Contudo, deixá-lo vagando na rede não traz qualquer vantagem. Pelo contrário, pode acabar virando um peso, um custo morto que depõe, inclusive, contra a imagem da organização.

Os produtos, serviços, campanhas e eventos da sua empresa têm de ser valorizados, assim como conteúdo de interesse do público. O site deve trabalhar tudo isso de maneira atualizada e estratégica, articulando novidades que mostrem o potencial do negócio e, ao mesmo tempo, atraiam mais visitantes.

O mundo está em movimento, sobretudo na internet. Com qual propósito então você iria desejar parecer congelado no tempo?

Por que seu site deve estar sempre atualizado?

1. Para atrair visitas: Por que alguém voltaria a uma loja que nunca renova suas peças? A mesma lógica vale para as visitas ao seu site. Se ele está sempre do mesmo jeito as pessoas não precisam mais retornar. Conteúdos novos, divulgados ou publicados com frequência, ajudam a manter o interesse pelo canal e por sua marca.

2. Para obter melhor indexação: O motivo de estar na internet é facilitar o acesso das pessoas à sua empresa, seus produtos ou serviços. Mas para ser encontrado rapidamente no mar de concorrentes, que também marcam presença online, é preciso estar bem posicionado nos mecanismos de busca. Acontece que para conquistar uma boa indexação seu site deve ser identificado como um canal relevante, com informações realmente úteis para o público. Se ele estiver desatualizado seu conteúdo perderá importância, os visitantes, como foi dito, não retornarão e, consequentemente, o ranqueamento nos resultados orgânicos cairá drasticamente.

3. Para valorizar o negócio: Ainda que sua empresa não lance um novo produto ou serviço todo mês, há uma porção de acontecimentos que demonstram como o negócio está vivo, ativo e em evolução. O site pode dar luz a esses trabalhos ou eventos, valorizando a atuação da empresa e tudo o que ela faz. Mesmo pequenas ações são capazes de agregar valor, depende de como elas são exploradas.

4. Para manter a competitividade: Se seu site perde visitas e posições nos resultados das buscas online outras empresas ganham a preferência. Por isso, o conteúdo atualizado é uma arma de competitividade também, que visa manter o interesse e a atenção do público para a sua marca.

5. Para gerar credibilidade: Um site esquecido, parado e irrelevante cria uma impressão de desleixo e uma imagem negativa junto ao mercado. É preciso atuar com profissionalismo, estendendo a esse canal toda a seriedade com a qual o negócio é levado. Ou seja, trata-se de cuidar da sua reputação!

NOSSO SITE ESTA DE CARA NOVA CONFIRA: http://www.vitaltech.com.br/

Fonte: http://agenciafosforo.com.br/2014/08/razoes-manter-site-atualizado/

VITAL TECH – INDICADOR CONTADOR DE VAGAS DISPONÍVEIS 4″ POL. (IND- 0169)

Pedágio

Um pedágio (português brasileiro) ou portagem (português europeu) é um direito de passagem pago mediante taxa ou tarifa (preço público) a autarquia ou concessionária delegada, respectivamente, para ressarcir custos de construção e manutenção de uma via de transporte.

Tradicionalmente, os pedágios/portagens rodoviárias têm sido cobrados só em estradas rurais ou interurbanas. Mas, os novos avanços tecnológicos em cobrança eletrônica sem parar têm permitido a introdução da arrecadação de pedágios para entrar nas zonas urbanas, assim como a possibilidade da outorga de concessões em artérias viárias urbanas.

Em área urbana

A tecnologia de cobrança eletrônica de pedágio tem feito possível arrecadar este tributo nas grandes artérias viárias das metrópoles, além de permitir a implantação da cobrança de pedágio para entrar em algumas zonas centrais de grandes cidades, que estão sujeitas a políticas de portagem ou tarifação de congestionamento, como forma de restringir o fluxo de veículos, como já ocorre em Singapura (1998), (2003 e estendido em 2007); Estocolmo (teste em 2006 e definitivo em 2007); e Milão em 2008. A cidade de Nova Iorque estão considerando a implantação de sistemas semelhantes de tarifação de congestionamento para reduzir seus problemas de tráfego.

A Noruega fez as primeiras implantações a nível mundial de cobrança eletrônica em corredores urbanos, utilizado nas suas três cidades principais: Bergen (1986), Oslo (1990), e Trondheim (1991). Outras implantações pioneiras são a Rota 407 ETR em Toronto, Canadá (1997), a Rota 6 em Tel-Aviv, Israel ( 2000), o “CityLink” em Melbourne, Austrália (2000), e a “Costanera Norte” em Santiago de Chile (2005). Esta rodovia chilena é destaque internacional por ser a primeira artéria urbana concessionada no mundo que atravessa o centro comercial da cidade, com os veículos transitando a velocidade normal e pagando o pedágio pela distância percorrida. No trecho metropolitano desta artéria, todos os acessos e saídas tem portais com sensores que permitem receber o sinal dos “transponders” instalados nos veículos, assim permitindo também a cobrança de portagem de congestionamento. Para evitar engarrafamentos dos trechos cêntricos, o pedágio pago pelos usuários nas horas do rush é o dobro da tarifa normal.

 No Brasil

O pedágio no Brasil existe desde o século XVIII, pois a Coroa Portuguesa só autorizaria a abertura da Rota dos Tropeiros se tivesse lucro e sendo assim estabelecia postos de registros que nada mais são do que os pedágios da atualidade. Como exemplo desta cobrança, que não era barata, pode-se citar a reconstrução da cidade de Lisboa, destruída pelo terremoto de 1755. Grande parte do valor usado na reconstrução foi oriundo dos cofres brasileiros arrecadados, principalmente, do pedágio dos tropeiros.

O estado de São Paulo tem a maior malha rodoviária do país explorada por concessionárias ou diretamente pelo governo estadual. Desde junho de 2000 funciona em caráter oficial no estado de São Paulo o sistema que permite que o condutor não tenha de parar o veículo ao passar por uma praça de pedágio – o “Sem Parar” – usando um pequeno transmissor de radiofrequência colado ao para-brisas (Tag ou Sticker TAG). Este sistema foi integrado para os Estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia, e que também permite ao usuário utilizar o serviço em estacionamentos de shoppings e aeroportos, sem necessidade de utilização de tíquetes de estacionamento.

O pedágio pode ser classificado como uma espécie de taxa de serviço de conservação de via pública.

Em Portugal

Em Portugal, cerca de 84% da rede de autoestradas tem portagens (2013), cobrando um valor fixo por quilómetro rodado, dependendo também do tipo de veículo. Muitas autoestradas são exploradas por concessionárias como a Brisa. Até 2010-2011, existiam em Portugal várias autoestradas sem portagens geridas através de um modelo financeiro chamado de portagens SCUT. Contudo, nesses anos, o governo introduziu portagens reais em grande parte da extensão dessas autoestradas.

Os pagamentos são efetuados através de numerário, cartão de débito/crédito, emissão de talão para posterior pagamento ou através do sistema Via Verde.

Com a Via Verde é possível cruzar a portagem sem parar o veículo para efetuar pagamento. Este sistema, implementado em Portugal desde 1991, foi o primeiro do mundo a cobrir toda a rede de portagens de um país.A sua utilização foi entretanto alargada a outros serviços como pagamento em parques de estacionamento, bombas de gasolina, etc..

Em termos técnicos é um sistema electrónico de débito das portagens aos respetivos aderentes através de um receptor-emissor, colado no para-brisas ou incorporado na braçadeira de um motociclista, que é ativado ao cruzar a portagem nas faixas de uso exclusivo para aderentes.

Países sem sistema de portagem Na atualidade são poucos os países completamente isentos de portagens. Exemplo de países totalmente livres de portagens são  Finlândia, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Bélgica e Holanda (embora possam ter pontualmente uma ou duas portagens, por exemplo em pontes ou túneis). Existem também países com uma quantidade muito baixa de portagens, por exemplo o Reino Unido e o Canadá, seguidos da Austrália, Noruega, Turquia. Os países do sul e leste da Europa, a par do Chile e do Japão são dos países com maior número de portagens por número total de vias principais.

Segundo alguns críticos, as portagens são sistemas muito ineficientes porque:

Obrigam ao abrandamento de marcha e paragem de veículos, as portagens manuais representam um desperdício de tempo e aumentam o custo operacional dos veículos

As despesas com funcionários, máquinas etc absorvem até um terço das compensações financeiras pagas pelos utentes, enquanto que o furto dessas compensações é relativamente fácil.

Existindo vias alternativas sem portagem estas poderão tornar-se mais congestionadas, aumentando a despesa pública na reparação dessas vias e a diminuindo a eficiência de circulação.

Além destas críticas, existem críticas de fundo ao uso excessivo de portagens, como a o direito à liberdade de circulação (não havendo alternativas não há essa liberdade) e a penalização das indústrias transportadoras de mercadorias e de passageiros, que representam um sector importante para a economia.

Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Ped%C3%A1gio

Dicas ambientais para empresas

No processo industrial, o conjunto de procedimentos e medidas de efeitos benéficos ao meio ambiente e à qualidade é chamado Boas Práticas

São ações passíveis de execução e desejáveis a todas as empresas que buscam um novo modelo de negócio balizado na sustentabilidade. A adesão às boas práticas ambientais influência de forma decisiva o desempenho da companhia e em seu desenvolvimento sustentável. No caso das empresas com Sistema de Gestão Ambiental, tais práticas passam por auditorias que garantam seu cumprimento.

Água

Biodegradabilidade
A biodegradabilidade dos componentes dos produtos de limpeza é um dos primeiros itens levantados quando o assunto é água. Entende-se por biodegradabilidade a capacidade de uma substância se degradar no meio ambiente em determinado período de tempo. Por isso, desde a década de 1970 a biodegradabilidade dos tensoativos (substâncias responsáveis pela remoção da sujeira e produção de espuma) mais utilizados nos produtos de limpeza é obrigatória por lei. O tenso ativo aniônico mais utilizado é o LAS (Linear Alquibenzeno Sulfonato de Sódio). Estudos na literatura científica mundial sobre a avaliação ambientaldo LAS certificam que seu processo de biodegradação é tão rápido, que de 30% a 40% do LAS não chega às estações de tratamento, sendo decomposto no caminho.

Reúso
De maneira geral, as indústrias de produtos de limpeza utilizam grandes quantidades de água, componente principal de seus produtos. Muitas delas dispõem hoje de sistemas internos de tratamento de efluentes e reutilização de água. Os sistemas de tratamento de efluentes reduzem o consumo de energia, a emissão de gases poluentes e os resíduos orgânicos. A água de reúsotratada pode ser utilizada para inúmeros fins, como geração de energia, refrigeração de equipamentos, em diversos processos industriais, em lavagem de pátios e na irrigação de áreas verdes. Alguns conselhos aos fabricantes:

Adote práticas que permitam a redução do consumo tanto nos processos produtivos dos produtos de limpeza, quanto no consumo de água potável.

Bons exemplos são equipamentos que com dispositivos redutores de consumo, como torneiras com redução caudal ou torneiras de pressão

Fique atento à manutenção, mantendo em adequado estado de funcionamento os equipamentos e instalações da rede interna de água potável (torneiras e canalizações), como forma de evitar perdas
Ar 
As questões relativas ao ar são tratadas pelos fabricantes com a devida atenção à redução de emissões de gases poluentes, causadores do efeito estufa. Alguns conselhos aos fabricantes:

Incentive o respeito aos limites de velocidade no interior do parque industrial, evitando as acelerações constantes. Atitudes como esta contribuem para a redução da liberação de CO2 para a atmosfera

Faça e estimule a manutenção preventiva dos carros que fazem parte da frota da empresa, como caminhões utilizados no transporte dos produtos

Adote medidas mitigadoras caso as instalações industriais causem emissões relevantes de contaminantes atmosféricos, de forma a assegurar o cumprimento dos valores limite de emissão
Energia Elétrica 
A redução do consumo industrial de energia se fixa na melhoria das tecnologias disponíveis no mercado. A adoção de máquinas e equipamentos mais modernos e com atributos de economia energética pode reduzir consideravelmente o consumo, beneficiando o meio ambiente e ainda diminuindo o valor das contas mensais de energia. Alguns conselhos aos fabricantes:

Implemente procedimentos voltados à redução do consumo de energia

Prefira os equipamentos com melhor performance energética

Cuidado com a manutenção das máquinas, evitando consumos excessivos

Recorra sempre que possível a energias renováveis

Utilize lâmpadas de baixo consumo em todas as áreas possíveis não somente da fábrica, mas também do setor administrativo
Resíduos Sólidos
A coleta seletiva de resíduos já se tornou uma prática em boa parte das companhias. No processo produtivo, muitas inclusive dispõem de sistemas de reaproveitamento de sobras de plástico nas próprias embalagens. Outros resíduos não reaproveitados no processo são separados para a destinação correta em empresas especializadas, como as recicladoras. Alguns conselhos aos fabricantes:

Utilize coletores padronizados em todo o parque industrial

Monitore a utilização dos coletores, evitando transbordo de resíduos líquidos ou sólidos

Promova a adequada separação dos resíduos, posicionando os coletores sem nunca bloquear ou limitar acessos

Não misture resíduos no mesmo coletor

Separe adequadamente o local de descarte de resíduos perigosos

Providencie o transporte adequado dos resíduos industriais, realizado por entidade devidamente credenciada

Encaminhe baterias, tinteiros e toners para reciclagem

Caso não haja reaproveitamento em seu processo produtivo, destine óleos a operadores autorizados para reciclagem

A responsabilidade pós-consumo é um item importante na agenda das empresas que buscam o desenvolvimento sustentável. Neste sentido, ações conjuntas com programas sobre o tema reforçam as iniciativas. Conheça detalhes do projeto Dê a Mão para o Futuro e participe.

Educação Ambiental 

A educação ambiental consiste no desenvolvimento de ações visando a adoção de valores ambientais pelo desenvolvimento sustentável da companhia.
Focadas no público interno, as ações de conscientização fazem com que o funcionário se torne um grande aliado dos propósitos da empresa, o verdadeiro responsável pelo sucesso das ações e pelo alcance das metas. Focadas no consumidor, estas ações mobilizam o consumo consciente e incentivam a aderência de mais empresas à causa sustentável. O Programa Limpeza Consciente incentiva ações de educação ambiental por parte de fabricantes, no sentido de contribuir na formação de cidadãos muito mais conscientes quanto ao meio ambiente e diligentes quanto ao planeta que deixarão para suas futuras gerações.

 

Fonte: http://www.limpezaconsciente.org.br/internas.php?idPagina=30

 

CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho

História da CIPA

Surgimento no mundo
A Comissão Interna de Acidentes do Trabalho surgiu a partir da Revolução Industrial na Inglaterra, segunda metade do século XVIII, em decorrência da chegada das máquinas nas empresas e do aumento do número de acidentes e lesões, bem como da necessidade de um grupo que pudesse apresentar sugestões para corrigir possíveis riscos de acidentes no trabalho.

Surgimento no Brasil
A CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes nasceu em 1944 mas precisamente no dia 10 de Novembro, durante o governo Getúlio Vargas. Coube a ela dar os primeiros passos para a implantação da Segurança do Trabalho no Brasil.
Em empresas estrangeiras que prestavam serviço no Brasil já existiam CIPA como as de geração e distribuição de energia elétrica, Light and Power, em São Paulo e no Rio de Janeiro, e então, adotando esse modelo nasceu a CIPA no Brasil.
Em 1953, a Portaria Nº 155, que regulamentou as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes de fato.

Para que serve a CIPA?
O objetivo das ações da CIPA é “observar e relatar as condições de risco no ambiente de trabalho e solicitar medidas para reduzir até eliminar os riscos existentes e/ou neutralizar os mesmos”. Portanto sua missão é preservar a saúde e integridade física dos trabalhadores.
Seu papel mais importante é o de estabelecer uma relação de diálogo e conscientização entre os integrantes da empresa, ela deve ser a ponte que liga direção e empregados. E de forma criativa e participativa deve opinar na forma como os trabalhos são realizados, objetivando sempre melhorar as condições de trabalho, visando à humanização do trabalho e consequente melhoria nas condições de trabalho.

Fonte:http://cloud.cnpgc.embrapa.br/cipa/

5 Dicas para fidelizar o seu cliente

Com a crescente competitividade em todos os ramos do mundo dos negócios, não basta apenas atrair novos clientes, é necessário fidelizá-los

Investir em fidelização irá trazer muitos lucros para sua empresa, além de melhorar sua imagem comercial.

É importante ter em mente que estratégias de fidelização são um investimento que fará sua empresa se destacar no mercado, garantindo a continuidade de suas negociações.

Mais que clientes satisfeitos você deve visar clientes fiéis, que retornam, movimentam seu caixa, e te recomendam pelos excelentes produtos ou serviços prestados.

Mas como criar um bom programa de fidelização de clientes? Para responder essa pergunta, reunimos algumas dicas que irão lhe ajudar nesse importante momento para sua empresa.

#1. Conheça bem o seu cliente

O primeiro passo para a fidelidade em longo prazo é estar atento às características pessoais do seu cliente. Alguns valorizam mais o desconto no preço à vista, outros as condições de parcelamento do pagamento.

Ter conhecimento das preferências individuais de seus clientes te possibilitará saber o que eles precisam e ofertar de uma maneira que não poderão recusar.

Uma boa maneira de saber isso é criar um cadastro de seus clientes, cuidando para que sejam registrados, além de dados pessoais como nome, endereço e documentos, todas as negociações realizados com o cliente, benefícios incorporados, formas de pagamento e entrega.

Lembre-se que é importante manter esses dados sempre atualizados. Com eles em mãos você poderá oferecer benefícios diferenciados e que superem as expectativas do seu cliente.

#2. Tenha canais de comunicação eficazes

É extremamente importante que seu cliente tenha meios fáceis e acessíveis de entrar em contato com você. Mantenha em funcionamento todos os meios de comunicação possíveis, e faça seu cliente conhecê-los.

Se for um site, é bom que tenha botões visíveis de contato, telefones não devem proporcionar grandes períodos de espera e as redes sociais devem sempre ser acessadas e atualizadas, além do e-mail.

Permita que seu cliente possa registrar sugestões ou reclamações, agradeça pelo contato e sempre busque oferecer o melhor atendimento. São bons canais de comunicação que criam vínculos entre você e seu cliente.

Um diferencial reconhecido em empresas de sucesso é a qualidade da pós-negociação.

É muito comum ver clientes que ficaram imensamente satisfeitos na hora de uma compra, mas que quando precisaram retornar a empresa para troca ou assistência técnica ficaram decepcionados.

Portanto, tenha diferencial, valorize a relação com o cliente, o bom atendimento na pós-venda é uma porta de entrada para negociações futuras.

#3. Crie programas de ofertas

Tenha programas de ofertas para os clientes que queiram recebê-las. Se um cliente procura um produto indisponível em estoque, avise quando chegar, o mesmo vale para novidades dentro do que ele costuma comprar.

Explore as redes sociais, é importante ter uma conta no Twitter e no Facebook. Ofereça vantagens para seus seguidores.

Alguns clientes são formadores de opinião e geralmente têm redes bem constituídas e repletas de propensos novos clientes. Eles poderão se tornar importantes aliados.

Cuidado ao entrar em contato com os clientes pelo telefone, esse tipo de contato pode parecer um tanto invasivo.

É bom deixar esse meio apenas para clientes que compram com frequência, ou os que manifestarem desejo de serem informados sobre novidades. Mantenha no cadastro os melhores horários para seu cliente ser contatado.

Utilize o histórico de compras e faça contato quando tiver um produto ou serviço que se adéquem ao perfil do cliente, baseando-se em suas aquisições anteriores.

#4. Honre as suas promessas

Antes de buscar superar as expectativas dos clientes é extremamente importante que você cumpra o básico acordado por mais simples que seja.

Entregar no prazo, entrar em contato quando combinado, garantir adequações ou trocas quando necessário são exemplos de atos simples e que atribuem muito valor à negociação.

Você deve ter em mente que um requisito crucial para a fidelização é o trabalho que deve ser feito para facilitar a vida, resolver o problema ou simplesmente remover os obstáculos para o cliente. O que os clientes buscam é conveniência, facilite as coisas para eles.

#5. Destaque-se: busque diferenciais

Atualmente os produtos, marcas e até os pontos de venda estão muito parecidos, as vantagens competitivas estão sendo criadas através dos serviços agregados e pela experiência na hora da compra.

Você deve buscar destaque no mercado oferecendo condições diferenciadas. É importante atribuir valor aos seus produtos e serviços, mostrar que você oferece mais que a concorrência.

Tenha programas de vantagens para quem compra sempre, seja sincero, crie um ambiente agradável para que o cliente se sinta à vontade na sua empresa. Prestar consultoria é um grande diferencial.

Hoje em dia os clientes não estão interessados apenas em comprar, eles querem receber orientações sobre os seus produtos, a maneira de usá-los e conservá-los melhor, e até mesmo sobre a sua origem, composição e processo de fabricação.

Você precisa descobrir e apresentar as melhores soluções para os problemas individuais de seus clientes.

Fonte: http://www.jornaldoempreendedor.com.br/

A Importância da Pesquisa de Satisfação

Por que as pesquisas de satisfação são essenciais para o seu produto?

Pesquisas de satisfação de funcionários e clientes são indispensáveis para empresas de quaisquer setores. Contudo, há diferentes metodologias que podem ser aplicadas, dependendo, é claro, dos objetivos que se pretende alcançar. Saber o que um cliente pensa e deseja é o primeiro passo para se conseguir sucesso nos negócios. Afinal, como você vai querer conquistar o público com os seus produtos e serviços se não há possibilidade de saber se eles estão satisfeitos com a sua marca? Para conseguir descobrir de fato quais são as ações que a sua empresa tem de tomar, é de suma importância realizar as pesquisas de satisfação. Mas antes de tudo, vamos explicar o que é uma pesquisa de satisfação.

O que é uma pesquisa de satisfação?

As pesquisas de satisfação são levantamentos estatísticos feitos para as empresas saberem o quanto os clientes estão aprovando os produtos e serviços oferecidos por elas. É uma pesquisa relativamente simples: normalmente as perguntas estão relacionadas com o nível de satisfação do produto. Isto é feito através de notas (0 a 10, 1 a 5 etc) ou respostas objetivas (sim ou não). No fim das pesquisas há espaço para informações adicionais.

A importância das pesquisas de satisfação

As pesquisas de satisfação auxiliam na hora de se pensar em mudanças nos produtos e na avaliação dos serviços oferecidos. Afinal, verificar apenas o aumento ou decréscimo de vendas pode não significar que os clientes estão satisfeitos com os produtos. E melhor ainda, ter em mãos os resultados de pesquisas de satisfação ajuda a corrigir eventuais erros que poderiam derrubar o índice de vendas de produtos. As pesquisas de satisfação têm influência na forma que o produto é oferecido, na faixa de preço que ele é comercializado, em mudanças estéticas (tamanho, quantidade e outros) e também no lançamento de outros produtos. Os resultados das pesquisas de satisfação ajudam a minimizar as chances de erros em produtos. Vejam alguns exemplos hipotéticos dos usos das pesquisas de satisfação:

-prestadoras de serviço podem avaliar a satisfação global de seus clientes desde o oferecimento do produto (setor comercial) até o atendimento técnico e de suporte (pós-vendas);

-uma empresa que vende determinado produto pode verificar se o tamanho das embalagens ou a apresentação é satisfatória para os clientes. No caso de uma resposta negativa, pode tomar ações imediatas;

-uma empresa prestadora de serviços pode ter uma avaliação se os funcionários (tanto prestadores de serviço como no call center) estão atendendo da forma correta os clientes. Uma insatisfação pode gerar novas orientações de atendimento ou mesmo troca de funcionários;

-quando uma empresa vai lançar um novo produto, ela já vai ter informações em relação aos maiores trunfos e defeitos da versão anterior deste produto. Isto pode ajudar a melhorar o produto lançado.

Como vocês puderam ver, há muitas aplicações para as pesquisas de satisfação de clientes. São questões simples, mas que você só resolverá através de uma pesquisa de satisfação! Toda empresa que deseja melhorar (e conquistar mais clientes) precisa estar atenta para o que as pessoas pensam delas. E isto é possível com esta categoria de pesquisa.

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