Busca

Vital Tech Soluções Eletrônicas

www.vitaltech.com.br

A BEM TE VI SISTEMAS NA FISPAL FOOD SERVICE

Em 2017, o maior encontro do setor de alimentação fora do lar, sorveteria e cafeteria profissional da América Latina chega à sua 33ª edição, firmando as feiras Fispal Food Service, Fispal Sorvetes e Fispal Café como o principal acontecimento do setor. E a Vital Tech participará deste evento com sua marca desenvolvedora de softwares a Bem Te Vi Sistemas que traz novidades para Fast Food, Food Service, Restaurante e Varejo. O evento acontecerá no Expo Center Norte, em São Paulo, entre os dias 06 e 09 de junho, das 13h às 21h* e contará com mais de 1.500 marcas expositoras, estaremos localizados no ESTANDE: F-272 PAVILHÃO VERDE aguardamos sua visita.

Serão apresentadas novidades, tendências e soluções em máquinas, equipamentos, alimentos, bebidas, cozinhas profissionais, ingredientes, acessórios, utensílios, móveis, decoração, higiene e limpeza profissional, grãos, refrigeração, logística e transporte, aditivos e insumos, automação comercial, embalagens, EPIs, uniformes e serviços para o seu negócio.

As feiras reúnem milhares de proprietários e gestores de restaurantes, bares, pizzarias, padarias, sorveterias, buffets, lanchonetes, indústrias de sorvete, cafeterias, franquias e hotéis, além de contar também com os distribuidores e lojistas do setor.

Além do espaço para networking e negócios, a feira terá também um espaço exclusivo para o compartilhamento de informação e conhecimento, com palestras, debates e cases de sucesso das mais diversas áreas do setor, fornecendo informação de alto valor agregado para a gestão de restaurantes, padarias, bares, lanchonetes e similares.

*A feira terminará às 20h no dia 09/06.

Faça a sua incrição: https://www.fispalfoodservice.com.br/pt/home.html

http://www.vitaltech.com.br

Movimento Maio amarelo, nós apoiamos!

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Acompanhando o sucesso de outros movimentos, como o “Outubro Rosa” e o “Novembro Azul”, os quais, respectivamente, tratam dos temas câncer de mama e próstata, o “MAIO AMARELO” estimula você a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e à avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito. A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente.

Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos. Vale ressaltar que o MAIO AMARELO, como o próprio nome traduz, é um movimento, uma ação, não uma campanha; ou seja, cada cidadão, entidade ou empresa pode utilizar o laço do “MAIO AMARELO” em suas ações de conscientização tanto no mês de maio, quanto, na medida do possível, durante o ano inteiro. A motivação para o Movimento MAIO AMARELO não é novidade para a sociedade. Muito pelo contrário, é respaldada em argumentos de conhecimento público e notório, mas comumente desprezados, sem a devida reflexão sobre o impacto na vida de cada cidadão.

Em conclusão, o MAIO AMARELO quer e espera a participação e envolvimento de todos comprometidos com o bem-estar social, educação e segurança em decorrência de cultura própria e regras de governança corporativa e função social; razão pela qual, convidamos você, sua entidade ou sua empresa a levantar essa bandeira e fazer do mês de maio o início da mudança e fazer do AMARELO, a cor da “atenção pela vida”.

Sobre a Década de Ação para a Segurança no Trânsito

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas. São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo.

Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país. Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos.

A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020. O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito. O problema é mais grave nos países de média e baixa rendas. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares. As previsões da OMS indicam que a situação se agravará mais justamente nesses países, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na segurança das vias públicas.

De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países. A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, o excesso de velocidade, não uso do capacete, do cinto de segurança e das cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

http://www.vitaltech.com.br

Fonte: http://maioamarelo.com/

VITAL TECH – INDICADOR DE PRODUÇÃO 1,5 POL. – IND 0191

 

 

– 06 DÍGITOS PARA INDICAR “CORRENTE”.
– 06 DÍGITOS PARA INDICAR “MÁXIMO”.
– 06 DÍGITOS PARA INDICAR “RECORDE”
– DIGITOS DE 1,5 POLEGADA (3,8CM DE ALTURA ÚTIL EM MATRIZ DE SETE SEGMENTOS MONOCROMÁTICO VERMELHO) .
– USO INTERNO.
– PREPARADO PARA RECEBER SINAL NA/NF PARA CAMPO “CORRENTE”
– COM 2 BOTÕES NO PRÓPRIO PAINEL PARA RESET DO CAMPO “MÁXIMO” E “RECORDE”.
– FONTE DE ALIMENTAÇÃO (INCLUSA).
– DIMENSÕES DO PAINEL: 30 X 35 X 05 (APROXIMADAMENTE)
– DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE DE ATÉ 15 METROS.

OAB-MS tentará liminar para suspender cobrança de pedágio na BR-163

A Ordem dos Advogados ajuizará esta semana ação contra a CCR MSVia pedindo a suspensão da cobrança das tarifas na rodovia

A OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso do Sul) apresentará esta semana ação judicial pedindo a suspensão da cobrança de pedágios na BR-163 no Estado. A afirmação é do presidente regional da instituição, Mansour Karmouche.

A diretoria da OAB-MS acatou o parecer da Comissão de Direito Administrativo, que concluiu que a CCR MSVia está infringiu o contrato de concessão ao suspender as obras de duplicação da rodovia.

Depois de deliberar sobre o parecer, emitido na quinta-feira (4), a diretoria também entende que a paralisação nas obras de duplicação da rodovia, por conta própria, no mês passado, fere o contrato entre a concessionária e o Governo Federal.

Por isso, o parecer é de que haja “a suspensão da cobrança dos pedágios até que seja apresentado fundamento plausível à paralisação perpetrada pela empresa concessionária CCR MSVia, ou que sejam retomadas imediatamente as obras de duplicação”.

“Depois disso, obviamente que a CCR MSVia irá recorrer, mas com a liminar vigente, não haverá cobrança”, calcula o presidente.

Protocolada esta semana, a ação deverá ser analisada em aproximadamente 15 dias, quando um juiz deverá tomar uma decisão. Caso os argumentos da OAB/MS sejam acatados, a decisão surtirá efeito imediato.

A comissão de direito administrativo da instituição analisou o contrato administrativo que a CCR MSVia quer renegociar.

De acordo com a OAB, o edital da licitação (005/2013) da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), os princípios e leis que regulamentam a concessão e a administração pública foram analisados tecnicamente para substanciar o parecer.

O parecer agora será analisado pela diretoria da OAB/MS, e caso seja decidido favoravelmente ao posicionamento adotado pela Comissão, serão apresentadas as medidas cabíveis em defesa do interesse dos usuários da rodovia.

No início de abril, a empresa protocolou na ANTT pedido de revisão de contrato, alegando uma redução de 35% na arrecadação prevista inicialmente, e dificuldade na duplicação.

Entenda o caso – Em Mato Grosso do Sul, a CCR MSVia suspendeu as obras de duplicação da BR-163 no último dia 11, alegando precisar revisar o contrato com o governo federal para não ir a falência. Contudo, conforme o Campo Grande News apurou, a CCR MSVia lucrou R$ 57 milhões com a rodovia no ano passado, contratou 269 pessoas e reduziu em 13,2% o total de investimentos em relação ao ano anterior.

A concessionária suspendeu por conta própria as obras de duplicação da rodovia, que é uma obrigação contratual da CCR MSVia (Foto: Marcos Ermínio)

A concessionária suspendeu por conta própria as obras de duplicação da rodovia, que é uma obrigação contratual da CCR MSVia (Foto: Marcos Ermínio)

Em três anos, metade do prazo para que a CCR concluísse a duplicação da BR, nem um quinto da obra foi terminada. Até agora, só 138 km da rodovia têm pistas duplas, embora a empresa argumente que a quantidade de trechos duplicados ficou acima da meta – que era de 129 km – para o período.

A empresa tem o compromisso, firmado em contrato, de duplicar 806 km até o quinto ano da concessão, mas a concessionária anunciou a paralisação das obras na rodovia, ao menos até que o pedido de revisão contratual para que o prazo seja prorrogado por tempo indeterminado.

A proposta da empresa é repactuar o acordo de forma que entre o 10º e 15º ano de operação, metade da rodovia (400 km) esteja duplicada.

Fonte: Campo Grande News

A influencia das redes sociais no meio profissional

As redes sociais vem tomando uma grande e significante fonte de informações geralmente onde as pessoas conseguem fazer comentários e postarem informações a respeito de sua conduta, demonstram suas principais características e assim abrem um pouco mais sobre seu lado profissional e pessoal, como exemplo dessas redes podemos destacar o Linkedin e Facebook.

É sempre importante tomar certo cuidado com essas informações expostas, pois elas podem auxiliar ou denegrir a imagem de uma pessoa por determinadas situações colocadas. Ainda não é generalizado, mas existem varias organizações que utilizam desse meio para buscar informações sobre o lado pessoal do profissional na hora de contratar. É justamente neste ponto que o profissional pode ter um aliado para uma recolocação ou acabar perdendo alguma chance na carreira por informações postadas nessas redes.

Da mesma forma essas redes podem auxiliar quanto a divulgação de oportunidades e informações sobre os profissionais, onde em alguns casos podem ser fontes de informações sobre o histórico e experiências. Muitas organizações podem inclusive ter referencias sobre algum detalhe que possa ser importante para contratação como é o caso do Linkedin, onde muitas pessoas trocam informações para buscar realmente o lado profissional. Nesse caso a divulgação do perfil pode ser bastante útil para busca de profissionais e oportunidades, é uma rede extremamente profissional, fonte de ótimas informações.

Em casos como Facebook a empresa certamente buscará informações sobre o lado pessoal, rede de amigos, principais atividades realizadas, comunidades associadas, comentários e fotos. Na maioria dos casos em que as empresas vão buscar esse tipo de informações, são mais empresas de pequeno porte e em algumas vezes médio, onde o convívio com a pessoa é muito mais próximo e essas informações podem fazer diferença devido ao convívio e proximidade que existirá.

Essas informações ou redes de relacionamento auxiliam em pequenos detalhes quanto a contratação, porém vemos que na grande maioria das empresas, a efetividade de um profissional é avaliada em testes e períodos de experiência, onde de fato se conhece as principais qualificações do profissional. Como existe um numero de empresas que podem utilizar isso como fonte de avaliação de profissionais disponíveis buscando oportunidades, não custa se atentar as informações mencionadas através de seus perfis para quem sabe garantir uma oportunidade de recolocação.

______________________

Autora: Ariane Lima – Consultora de Carreira – Chess Human Resources

Fonte: Conceito Notícias via BrandPress

http://www.vitaltech.com.br

Especialista destaca as vantagens das lâmpadas LED nas residências

Tecnologia é utilizada na iluminação de ambientes desde 1999. Popularização do LED deve contribuir para barateá-lo, diz engenheiro.

Há quase 138 anos, Thomas Edison revolucionou a história da humanidade. O inventor norte-americano criou a primeira lâmpada incandescente comercializável. Por muito tempo, esse tipo de iluminação brilhou nos lares de todo o mundo. Porém, desde 2014, as lâmpadas incandescentes não são mais permitidas no Brasil, com exceção das lâmpadas halógenas, que possuem um processo químico diferente das incandescentes convencionais.

Por conta da extinção das lâmpadas incandescentes, outra tecnologia de iluminação invadiu as casas brasileiras. Inventada em 1938, por Nikola Tesla, as lâmpadas fluorescentes estão presentes praticamente em todos os lugares. “Elas vieram para substituir as incandescentes. Porém, no início, eram bem caras. Só com o passar do tempo que se tornaram acessíveis. Hoje são as mais utilizadas”, diz o engenheiro elétrico de São José do Rio Preto (SP) Donizeti Vieira Lima.

Mas outra opção vem ganhando espaço no mercado: as lâmpadas de LED. Essa tecnologia foi desenvolvida em 1961, por dois pesquisadores de uma empresa norte-americana do ramo de eletrônicos. Mas somente em 1999 passou a ser usada na iluminação de ambientes e hoje é a primeira opção de muita gente.

O analista fiscal Gustavo Klais Ribas comprou uma casa recentemente e optou por esse tipo de iluminação. “Me disseram que as lâmpadas de LED são mais econômicas, iluminam melhor e são mais duradouras. Por isso decidi ter em casa”, conta.

A economia realmente foi um ponto que agradou o analista fiscal. “Como gosto de ambientes bem iluminados, utilizei o dobro de lâmpadas em relação à casa antiga e a conta veio 5% mais barata. Mesmo as lâmpadas de LED sendo um pouco mais caras, elas acabam compensando”, declara Gustavo.

Outra vantagem das lâmpadas de LED é o conforto térmico, essencial para a bancária e mamãe de primeira viagem Eriane Bragante. “Eu optei por colocar esse tipo de iluminação porque ela não esquenta o ambiente e é mais econômica. Vou colocar no quarto da bebê também, porque o quarto é pequeno e a lâmpada comum deixa o espaço muito quente”, diz a bancária.

De fato, esses pontos são os principais atrativos das lâmpadas de LED. “Elas são lâmpadas frias e, dependendo do tipo de instalação, contribuem para diminuir os custos com a climatização do ambiente. Além disso, elas possuem um alto rendimento e um baixo consumo. Por isso, não são necessárias grandes alterações no sistema elétrico da residência, o que facilita a instalação”, afirma o engenheiro elétrico.

De acordo com Donizeti, apesar de, à primeira vista, não ser a opção mais barata, as lâmpadas de LED geram uma economia considerável a longo prazo. “A economia será sentida dependendo do uso da iluminação e dos outros aparelhos instalados na residência. Sem dúvida há economia, pois a iluminação contribui com cerca de 5% em uma casa de padrão normal. Devido ao seu alto rendimento, o consumo pode ser de três a cinco vezes menor”, explica o engenheiro.

A popularização deste tipo de lâmpada também pode contribuir para deixá-la mais barata. “Elas ainda são mais caras, mas pode ser que sigam os passos das lâmpadas fluorescentes, ou seja, com o aumento das vendas e maior utilização, a aquisição dessas lâmpadas se torna cada vez mais atraente para o consumidor”, avalia.

Além das lâmpadas de LED, existem outros tipos de iluminação que utilizam a mesma tecnologia. O engenheiro elétrico explica as diferenças entre elas. “Para o uso dos diferentes tipos de LED, deve se levar em conta quais são os objetivos. Os spots proporcionam uma iluminação específica, focada em algum detalhe na decoração. Já as fitas de LED são utilizadas em sancas – moldura de gesso usada para embutir iluminação – ou em iluminação contínua”, conclui Lima.

http://www.vitaltech.com.br

 

 

FONTE: http://g1.globo.com/

Controlador de velocidade via GPS pode reduzir acidentes nas estradas

Uma empresa cujos funcionários se envolvem em acidentes de trânsito passa a ter prejuízos com o absenteísmo, com os afastamentos do trabalho por internação, tratamento médico, auxílio-doença, baixa produtividade, readaptação de funções, além de contratações imediatas em caráter de urgência para não reduzir o ritmo da produção.

Atento a esse fator, e com o objetivo de criar um dispositivo que ajude os motoristas a prevenir acidentes, Josimar Lodi, afiliado à Associação Nacional dos Inventores (ANI), desenvolveu um “controlador de velocidade por geolocalização”. Trata-se de um dispositivo que prevê a redução de velocidade em trechos considerados perigosos, em especial em rodovias com muitas curvas e trechos com elevado índice de acidentes.

De acordo com o inventor do controlador, o motorista pode optar por ajustar o dispositivo ou deixá-lo na função automática. “A ferramenta funciona de modo a gerar alertas para a condução eficiente por motoristas comuns e profissionais, que atuam com caminhões de cargas ou de ônibus, por exemplo”, comenta Josimar.

O dispositivo, que ainda é um protótipo, já foi registrado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPE), atualmente busca investidores para ser produzido em grande escala e passar a ser comercializado, seja por meio da venda da patente ou do seu licenciamento.

 

http://www.vitaltech.com.br

 

 

Vital Tech – Teclado indicador de Satisfação (IND 0085)

Entenda como funciona o processo de certificação de segurança de alimentos

Atualmente existem diversas iniciativas e protocolos de certificação elaborados com o objetivo de fornecer maior segurança dos produtos aos consumidores finais e demais stakeholders. Habitualmente, importadores e clientes solicitam a seus fornecedores a comprovação do atendimento a determinados requisitos através de um programa de certificação. Esta iniciativa tem por objetivo proporcionar maior transparência e segurança quanto à solidez dos controles e sistema de gestão dos fabricantes de alimentos, bebidas e embalagens, visando proteger os negócios e marcas, além de minimizar impactos à saúde dos consumidores.

Entre as normas existentes, podemos citar aquelas que contam com o reconhecimento de equivalência do GFSI (Global Food Safety Initiative) e possuem maior adesão no Brasil: FSSC 22000, IFS e BRC. Tais normas podem ser aplicadas tanto para a produção de alimentos e bebidas, quanto para embalagens.

Cada norma possui prazos e ciclos distintos, portanto vale a pena investir algum tempo para conhecer cada uma delas mais a fundo e identificar aquela que mais se adequa à sua empresa.

Entenda mais sobre alguns pontos relacionados ao processo de certificação, como:

• Ciclo de certificação:

Algumas normas possuem um ciclo de certificação de 03 anos (FSSC22000 e normas ISO), enquanto que outras possuem ciclo anual (IFS e BRC). Isto significa que, o certificado expira em ciclos de 03 anos e a empresa deve realizar 01 auditoria de certificação e 02 auditorias anuais de manutenção do certificado ou 04 auditorias semestrais de manutenção. A periodicidade das auditorias de manutenção é definida junto ao organismo certificador.

Já para normas como o BRC e IFS, o ciclo de certificação dura 01 ano. Isto significa que anualmente a empresa passará por auditorias de recertificação. Desta forma, todos os requisitos são auditados anualmente e o tempo de auditoria habitualmente é o mesmo caso não ocorram alterações no escopo e informações da empresa.

• Pré-auditoria, Auditoria de Certificação, Acompanhamento/Manutenção e Recertificação:

Pré-auditoria: utilizada como última avaliação da empresa antes da certificação. Tem por objetivo realizar uma verificação final, nos mesmos moldes de uma auditoria de certificação, para realizar eventuais adequações e demonstrar se a empresa possui seu sistema adequadamente implantado para passar pela certificação. Habitualmente algumas empresas utilizam esta visita como um diagnóstico, porém é importante que o estágio de implantação da norma já esteja avançado para que existam evidências suficientemente disponíveis para análise do auditor e maior benefício para a empresa.

Certificação: é a primeira auditoria oficial da empresa na norma escolhida. O número de dias é calculado pelo organismo de certificação com base no perfil da empresa, como quantidade de produtos, número de funcionários e criticidade do processo. Ao término da auditoria, o auditor pode ou não recomendar a empresa para a certificação, sendo a decisão final tomada por um comitê imparcial do organismo certificador. Todos os requisitos da norma são integralmente auditados nesta auditoria.

Auditorias de Manutenção ou Acompanhamento: aplicável apenas para as normas com ciclo de 03 anos (como explicado anteriormente), sendo realizadas a cada 06 ou 12 meses. Estas auditorias possuem habitualmente uma avaliação amostral dos requisitos da norma, porém até o final do ciclo todos os requisitos são novamente auditados. Com isso, existe uma quantidade diferenciada de tempo/dias para esta auditoria com base em sua abrangência, sendo que as visitas de manutenção sempre são realizadas em um número de dias inferior ao número de dias da certificação.

Recertificação: auditoria integral (todos os requisitos) realizada antes do vencimento do certificado vigente para renovação do mesmo. Dependendo da norma, o tempo de auditoria nesta visita é o mesmo da certificação inicial ou um pouco reduzido, porém sempre superior ao tempo das auditorias de manutenção. Eventuais desvios críticos podem levar a uma suspensão do certificado, o que pode ocorrer a qualquer momento durante sua vigência. Como a empresa já está coberta pela certificação, espera-se observar no mínimo uma melhoria contínua e os organismos detentores dos direitos legais sobre cada norma podem aplicar sanções caso existam falhas graves ou indícios de fornecimento de produtos inseguros ao mercado. Tais regras estão estabelecidas em cada norma e vale a pena realizar uma leitura destes critérios na etapa de escolha da norma para certificação.

www.vitaltech.com.br

 

Fonte: Food Safety Brazil

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑