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Vital Tech Soluções Eletrônicas

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Indicador de Velocidade 3 Dígitos 4″ Pol. 0-10 V (IND-0105)

 

Indicador de Velocidade 3 Dígitos 4″ Pol. 0-10 V (IND-0105)

– 03 dígitos para indicar velocidade da máquina

– dígitos de 4″ polegadas (10,5 cm de altura útil em led’s difuso monocromático vermelho);

– uso interno

– preparado para receber sinal analógico de 0-10 v

– fonte de alimentação externa ao painel (incluso)

– dimensões do painel: 35 x 25 x 05 (aproximadamente)

– distância de visibilidade de até 50 metros

 

Painéis Industriais
Os Painéis Industriais Vital Tech oferecem a mais moderna tecnologia do mercado, automatizando os processos fabris e proporcionando a mensuração das atividades e produtividades dos colaboradores na linha de produção. Reproduz a realidade da produção de qualquer indústria on-line e para todos os departamentos; para que as pessoas envolvidas possam agir rapidamente quando necessário. Ideais para ambientes de chão de fábrica, recebem informações com diversos tipos de comunicação em ambiente interno ou externo. Realize seu projeto de acordo com as necessidades da sua empresa e personalize seu painel com a Vital Tech!
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Automação Industrial e Redes Wi-fi

As redes de Comunicação sem fio vêm ganhando espaço no ambiente industrial de fábrica com o aumento significativo do uso da tecnologia da informação e tecnologia da operação isso resultando em uma convergência industrial.

Todos temos conhecimento das redes Wi-fi em nosso dia-a-dia onde conectamos nossos aparelhos para acesso a serviços de internet, assim facilitando o uso e grande padronização da comunicação em geral, com as novas demandas na indústria essas redes de Wi-fi começaram a ser aplicadas no chão de fábrica.

As redes Wi-fi fazem parte das redes WLAN (Wireless Local Area Network), as mesmas são projetadas para pequenas áreas, com arranjos e contando com um bom tráfego de dados disponíveis. Essas redes são de fácil uso, mas é importante entender o que se justifica sua aplicação veja como se encaixam as aplicações na fábrica:

  • Interconexão Ethernet convencional (fiação) quando não é possível
  • Segregação de uma rede de comando e controle com uma de informação para gestão
  • Facilidade de manutenção e monitoramento (acesso remoto)
  • Disponibilidade da informação em múltiplos locais
  • Baixo Investimento em Infraestrutura para informações de planta

Para utilização dessas redes também são destacados muitos benefícios como baixo custo, aplicações especiais, mobilidade, alcance, flexibilidade, confiabilidade, implantação rápida, custo de manutenção, imunidade a ruídos, projeto/instalação (viabilidade) e diagnóstico de operação, manutenção e segurança. O funcionamento desta rede se define em propagação das ondas eletromagnéticas, onde as informações são trocadas através de antenas dos equipamentos, trafegam informações devidamente codificadas e interpretadas entre os dispositivos, formando uma rede de comunicação, através dos protocolos e serviços.

De acordo com a segurança da rede industrial, existem três aspectos que devem ser considerados: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

Confidencialidade: Garantia da informação somente para usuário autorizado

Integridade: Informação somente pode ser modificada por usuário autorizado

Disponibilidade: Acesso permanente as informação pelos usuários autorizados

Para essas redes existem padrões, eles identificam a frequência de trabalho, a modulação e a velocidade dos dados da tecnologia suportada, já são encontradas cinco gerações de padrões e sua evolução é constante.

CLP – Controlador Lógico Programável

O Controlador Lógico Programável é a inteligência no processo de automatização de máquinas ou ambientes. Se trata de um computador que executa funções específicas através de um programa, é um computador com competências diferentes de um comum que utilizamos no dia a dia.

O CLP gerencia processos de forma automatizada, controlando todo sistema mecânico, ou seja um ‘’cérebro’’, o qual conterá as informações necessárias para que todo o sistema saiba o que está fazendo.

Neste meio pode ser que você se depare com duas sigas CLP e PLC não pense que se tratam de dois equipamentos diferentes, ambos se tratam do mesmo equipamento apenas um sendo utilizado em português e o outro em inglês.

CLP      = Controlador Lógico Programável

PLC      = Programmable Logic Controller

Como consta na história anteriormente os processos eram controlados por comandos elétricos, que ocupavam um grande espaço físico, se houvesse a necessidade de realizar alguma alteração para melhorias ou até mesmo reparos, seria necessário desmontar muitos painéis de comandos elétricos e tomaria tempo de muitas pessoas.

Com isso a alguns anos atrás foram determinados critérios para o projeto do CLP e assim dando origem ao primeiro dispositivo, bastou um computador e uma pessoa para manipular o programa de forma simples, simplificando a alteração dos processos, reduzindo tempo, mão-de-obra e obtendo lucros significativos.

Com a evolução da tecnologia, houve vários avanços e aperfeiçoamentos das funções do CLP desde sua criação até os dias de hoje, e assim seu uso vem se expandindo, apesar de ser dedicado normalmente as indústrias, está ganhando espaço na utilização em residências ganhando nome de Automação Residencial.

A Internet das Coisas na Indústria 4.0

 

A digitalização de dados de máquinas, processos e dispositivos, complementam a camada operacional de uma planta industrial. A Internet das Coisas (IoT), como é conhecida, é a técnica que permite conectar informações em geral de dispositivos na internet.

Isto possibilita, dentro da Indústria 4.0, a interconexão de dados e sistemas, permitindo formar o ecossistema cibernético, onde conseguimos obter a interoperação completa e total da planta industrial, onde podemos chamá-la de planta digital.

Vamos entender através de nossa analogia já estudada anteriormente a questão das rodovias: como já construímos as vias (infraestrutura), colocamos sinalização e procedimentos de tráfego (cibersegurança), agora como permitir com que todos os elementos ao redor desta rodovia (cadeia produtiva), possa trocar informações entre si, criando um ambiente digital, impactando novos formatos de produção, desde o planejamento a logística, passando pela produção e qualidade.

Com isso, vamos falar neste artigo sobre:

  • Como criar uma camada de digitalização do processo produtivo – IoT
  • Como conectar a cadeia de fornecimento, complementando a interconexão da indústria – IIoT
  • Quais ferramentas de gestão operam no nível de digitalização da produção

Quando pensamos em digitalizar a produção industrial, termo este que é usado na camada da Indústria 4.0, temos diversos cenários, abaixo listamos alguns que ocorrem e merecem nossa atenção:

  • Em uma unidade produtiva, é necessário digitalizar os movimentos dos ativos para planejamento e controle da qualidade
  • Para apoiar o setor de manutenção, a digitalização de todos elementos ativos, documentos e cenários, permitem o prognóstico de planta
  • A interconexão de logística, fornecedores, suprimentos, agrícola na rede industrial, permite gestão em tempo real para produção

Na evolução da informação digital das plantas produtivas, temos a época que na verdade o dado nem mesmo era digital, somente havia a informação e esta era analógica.

Depois houve a evolução dos dispositivo, mas continuava com o foco loca. Após essa fase, temos com as redes locais, a possibilidade de verticalizar dados – que são digitais – trocando informações do chão de fábrica, planejamento e administração com a TI. Todavia, com foco apenas nos sistemas que permitiam esta função.

Mas a Indústria 4.0, necessita de uma outra camada, para que de fato tenhamos uma produção digital. Desta forma, os ativos, sistemas e subsistemas da cadeia produtiva, devem complementar as informações de toda a unidade industrial, através da convergência de todas as redes industriais.

Para digitalização de dados da indústria, temos diversos desafios, podemos eleger alguns comuns para que seja pensado na implantação da solução:

  • Como criar uma rede de informações complementar na produção que permita planejar e monitorar a produção e manutenção em tempo real
  • Como conectar redes independentes, tais como, logística, fornecedores, laboratórios e unir nas redes industrias
  • Como estabelecer padronização e segurança da informação nas redes de IoT na indústria

O conceito da informação digital no contexto da Indústria 4.0, é que este dado, deve ser de todos os ativos e sistemas (todas as coisas), deve estar em qualquer lugar e permitir a conexão com esta informação a qualquer hora.

A Internet das Coisas na Indústria

A  Internet das Coisas (IoT), surge como a ideia de conectar qualquer dispositivo que gere informações e possa se conectar a um serviço de cloud. E isso pode estar em qualquer âmbito: casa, hospitalar, esportes, entre outros.

Já a Internet Industrial das Coisas (IIoT), foi a evolução das informações da cadeia produtiva, com o mesmo conceito de IoT, conectando estas informações via cloud, por exemplo.

É importante saber a diferença entre IoT e IIoT: sistemas que conectam coisas, complementam informações, normalmente somente produzem dados, pode ser usado em qualquer setor da indústria, por exemplo, para gerenciar ativos e analisar tendências de manutenção.

A IIoT, forma uma camada crítica do processo produtivo, por exemplo, pode-se conectar diretamente um fornecedor de produto em tempo real na linha de produção, que analise a qualidade e uso de seu produto.

Outro exemplo é conectar a cadeia logística de entrada e saída de materiais e controlar a produção, em tempo real, no ponto ótimo de operação. Isso passa a ser uma aplicação de produção e consumo de dados, com perfil crítico.

A utilização de IoT e IIoT, trazem benefícios as plantas produtivas, onde são esperados os seguintes ganhos abaixo:

  • Redução de operações ou paradas
  • Melhoria do uso do ativo
  • Redução de operações ou custo do ciclo do ativo
  • Melhoria do uso do ativo – performance
  • Melhoria da produção
  • Aumento da rapidez na tomada de decisões
  • Oportunidade para novos negócios
  • Permitir venda ou compra de produtos como serviço

A Indústria 4.0, propõe a fábrica digital. Com isso, a premissa de se digitalizar todas as informações pode levar a um questionamento sobre a razão e motivo de digitalizar tantos dados, que antes não estavam disponíveis em tempo real e agora, se fazem necessários.

Abaixo então, os motivos para se digitalizar estes dados através da IoT e IIoT:

  • Informação barata
  • Transformar informação em inteligência
  • Diminuir Expertise
  • Diminuir risco de tomada de decisões
  • Diminuição de operações
  • Transparência de ações
  • O executado é “aprendido”
  • Eliminar o “meio”
  • Eliminar erro e desperdício
  • Ganho de tempo

A camada de IoT e IIoT na indústria provocará um modelo de prognóstico, uma vez que a automação – que já existe – responde perguntas do que está acontecendo, o que aconteceu e porque aconteceu.

Mas esta camada digital, responderá perguntas tais como: o que irá acontecer, e, isso mudará a forma de operar e manter uma planta industrial.

Se as informações estão todas digitalizadas e há todos os meios (redes) para que trafeguem e troquem informações entre si, é esperado que se possa haver tomada de decisões não só entre operadores e máquinas, mas também entre máquina e máquina, isto chamamos de M2M, Machine to Machine.

Um item muito importante que deve ser levado em consideração para a digitalização da produção, são os RFID’s (Sistemas de Identificação por Rádio Frequência), que em linhas gerais, permitem o rastreio total de todos elementos produtivos dentro da planta e fora dela, permitindo ações em tempo real (tempo e local), fazendo correções, agindo de forma antecipada e monitorando a qualidade no instante do movimento produtivo.

Com estas camadas digitais, construídas pela IoT e IIoT, podemos utilizar tecnologias de planejamento, qualidade e operação, de uma forma totalmente inovadora.

A virtualização é o planejamento produtivo totalmente digital, do projeto a produção, podendo trabalhar todos os cenários, mesmo antes da produção real acontecer.

Referência: http://www.automacaoindustrial.info

Sistemas de Comunicação por Radio Frequência

As ondas de rádio ou radiofrequências são campos eletromagnéticos utilizados nas comunicações sem fio. Como essas ondas levam energia de um ponto ao outro, isso permite a comunicação sem a necessidade de fios, como nas transmissões de televisão, rádio e celulares. Os três elementos básicos que permitem a comunicação entre dois pontos são:

  • O Transmissor: converte sinais sonoros, analógicos ou digitais em ondas eletromagnéticas, enviando-os para o espaço através de uma antena transmissora, para serem recebidos por um receptor;
  • O Meio de Transmissão;
  • O Receptor: responsável pela decodificação dos sinais eletromagnéticos recebidos do espaço, captados pela antena, transformando-os em ondas sonoras, sinais digitais e/ou analógicos.
  • O Transceptor: funciona das duas formas, como transmissor e receptor.

Modos de Transmissões:

  • Simplex: quando a comunicação é unidirecional no meio de transmissão;
  • Semi-Duplex: quando a transmissão é bidirecional, porém é executada alternadamente em cada sentido.
  • Duplex: quando a comunicação é bidirecional e simultânea.

O sistema de transmissão via rádio ainda pode ser classificado como Direcional e Omnidirecional;

  • O direcional: privilegia um destinatário em detrimento dos outros.
  • O Omnidirecional: tem como filosofia distribuir o sinal pelo maior número de usuários.

 Radiofrequência são sinais que se propagam por um condutor cabeado, normalmente cobre, e são irradiados no ar através de uma antena. Uma antena converte um sinal do meio cabeado em um sinal wireless (sem fio) e vice-versa. Os sinais irradiados no ar livre, em forma de ondas eletromagnéticas, propagam-se em linha reta e em todas as direções. Uma onda é uma perturbação ou variação que transfere energia progressivamente de ponto a ponto num meio e pode sofrer uma deformação elástica ou uma variação de pressão, intensidade elétrica ou magnética, potência elétrica, ou temperatura. A radiofrequência utiliza ondas eletromagnéticas que não requerem meio material para se propagar, ou seja, podem se propagar no vácuo, ar, água e alguns sólidos.

DIODO ZENER

Um dispositivo ou componente eletrônico semelhante a um diodo semicondutor, especialmente projetado para trabalhar sob o regime de condução inversa, ou seja, acima da tensão de ruptura da junção PN, neste caso há dois fenômenos envolvidos o efeito Zener e o efeito avalanche. O dispositivo leva o nome em homenagem a Clarence Zener, que descobriu esta propriedade elétrica.

O diodo Zener difere do diodo convencional pelo fato de receber uma dopagem (tipo N ou P) maior, o que provoca a aproximação da curva na região de avalanche ao eixo vertical. Isto reduz consideravelmente a tensão de ruptura e evidencia o efeito Zener que é mais notável à tensões relativamente baixas (em torno de 5,5 Volts).

Qualquer diodo inversamente polarizado praticamente não conduz corrente desde que não ultrapasse a tensão de ruptura. Na realidade, existe uma pequena corrente inversa, chamada de corrente de saturação, que ocorre devido unicamente à geração de pares de elétron-lacuna na região de carga espacial, à temperatura ambiente. No diodo Zener acontece a mesma coisa. A diferença é que, no diodo convencional, ao atingir uma determinada tensão inversa, a corrente inversa aumenta bruscamente (efeito de avalanche), causando o efeito Joule, e consequentemente a dissipação da energia térmica acaba por destruir o dispositivo, não sendo possível reverter o processo. No diodo Zener, por outro lado, ao atingir uma tensão chamada de Zener (geralmente bem menor que a tensão de ruptura de um diodo comum), o dispositivo passa a permitir a passagem de correntes bem maiores que a de saturação inversa, mantendo constante a tensão entre os seus terminais. Cada diodo Zener possui uma tensão de Zener específica como, por exemplo, 5,1 Volts, 6,3 Volts, 9,1 Volts, 12 Volts e 24 Volts.

Quanto ao valor da corrente máxima admissível unilateralmente, existem vários tipos de diodos. Um dado importante na especificação do componente a ser utilizado é a potência do dispositivo. Por exemplo, existem diodos Zener de 400 mili Watts e 1 Watt. O valor da corrente máxima admissível depende dessa potência e da tensão de Zener. É por isso que o diodo Zener se encontra normalmente associado com uma resistência ligada em série, destinada precisamente a limitar a corrente a um valor admissível.

O diodo Zener pode funcionar polarizado diretamente ou inversamente. Quando está polarizado diretamente, funciona como outro diodo qualquer, não conduz corrente elétrica enquanto a tensão aplicada aos seus terminais for inferior a aproximadamente 0,6 Volts no diodo de silício ou 0,3 Volts no diodo de germânio. A partir desta tensão mínima começa a condução elétrica, que inicialmente é pequena mas que aumenta rapidamente, conforme a curva não linear de corrente versus tensão. Por esse fato, a sua tensão de condução não é única, sendo considerada dentro da faixa de 0,6 a 0,7 Volts para o diodo de silício. O diodo zener pode ser utilizado como fonte de ruído branco quando operando na sua região de ruptura.

fonte: internet//pesquisas

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Painel de mensagem com carreta solar (IND-0226)

– painel de mensagens para exibição de símbolos que podem ser criados pixel a pixel, mensagens fixas e piscantes.

– resolução: 32 x 48 (linhas x colunas).

– caracter de 38 cm de altura útil em duas linhas ou 3 linhas com caracter de 20 cm de altura útil.

– com até 7 caracteres fixos por linha.

– led´s de alto brilho monocromático âmbar

– programado via software comunicação usb com transferidor de dados (incluso).

– podendo armazenar até 100 mensagens no transferidor;

– com a função de digitar o nº da posição que está a mensagem armazenada;

– com módulo gprs (incluso);

– incluso kit solar contendo celula solar, controlador de carga e demais itens necessários

– com 05 baterias de 185 ah (incluso);

– equivalente a 30 horas com todos os led´s acesos, em situações normais o consumo é de 50% deste valor;

– tensão de operação de 12 vdc.

– elevação manual / mecânico articulável;

– capacidade do banco de baterias de 925 ah

– dimensões do painel: 150 x 100 x 05 (aproxima

Sinalização Viária e Urbana

Há 17 anos no mercado, a Vital Tech realiza projetos diversos para sistemas de sinalização viária e urbana. Com uma equipe altamente qualificada desenvolve produtos como: Lombada eletrônica, Radar Eletrônico, Indicador de Velocidade, Encoder de Vídeo e muito mais. Para maior visibilidade são utilizados LED’s de última geração na fabricação de seus produtos. Confira nossos Semáforos, Indicadores de Marquise, Tarifadores de Pedágio, SAT (Sistema de Análise de Tráfego), semáforos, carretas com painéis de mensagens, painéis de mensagens variáveis.

AUTOMAÇÃO

Com a busca de melhorias constantes nos setores produtivos, o conceito da Industria 4.0; reforça a necessidade de apurar ainda mais os controle e acompanhamento on-line de todas as etapas da produção automaticamente.

As tecnologias existentes hoje em dia permitem os mais variados tipos de controle na busca por melhores resultados, sem falar na necessidade de monitorar as condições de segurança do trabalho.

A Vital Tech atua a 19 anos fornecendo produtos e aplicações especificas às mais variadas demandas dos clientes, conseguindo uma expertise de desenvolver soluções sob encomenda em prazos curtíssimos, contando com desenvolvedores de hardware e software experientes e capacitados no intuito de levar sempre as melhores tecnologias aos seus clientes.

Com foco neste pensamento desenvolvemos diversos painéis e sistemas, que contribuem na busca de melhores resultados. Os painéis eletrônicos e/ou softwares específicos seguem nesta direção, como exemplo um painel que temos uma grande demanda de fabricação nosso IND-0207 um painel típico de produção ele indica a Meta de produção, Realização no período e a Eficiência em porcentagem. Descrição: possui 11 dígitos de 2,3 polegadas ou seja de 5,5cm de altura útil em LED’s difusos monocromáticos brancos, seu uso é interno, programado via software de comunicação ethernet, seu incremento do realizado via caixa ABS com cabo de 15 metros, possibilidade de visualização do painel em tempo real via software, com acesso a relatório das informações configuradas no painel, com fonte de alimentação inclusa e externa, adesivos de acordo com a necessidade do cliente, painéis com dimensão de 54x34x05 aproximadamente e distância de visibilidade de até 25 metros.

Este painel tem como função controlar e monitorar o rendimento diário, mensal ou até mesmo anual, algo funcional que pode trazer retornos positivos e grandes resultados. Verificamos também que quando uma pessoa é estimulada a bater uma meta e tem um painel que o mostre como esta seu rendimento ele automaticamente traz até seu subconsciente a necessidade de bater aquele número que se encontra no dispositivo, sendo assim, os painéis são grandes aliados no incentivo ao trabalho e desenvolver das atividades nas indústrias.

http://vitaltech.com.br/paineis-eletronicos/produto/paineis-industriais/indicador-de-producao-2_3-polegadas-ethernet.htm

 

Polegada

A polegada tem sua origem na idade antiga onde romanos mediam o comprimento com o próprio polegar. É a largura de um polegar humano regular, medido na base da unha, a qual, num ser humano adulto, é de aproximadamente 2,5 cm. Também houve tentativas de se ligar a medida com a distância entre a ponta do polegar e a primeira junta; porém, isso normalmente é especulativo.

A polegada é uma unidade de comprimento usada no sistema imperial de medidas. Uma polegada é igual a 2,54 centímetros ou 25,4 milímetros. A polegada é amplamente utilizada pelas nações anglófonas. Contudo, no Sistema Internacional de Unidades (SI), a utilização da polegada não é muito recomendada.

Atualmente, a polegada é definida em função do metro, que é a unidade de comprimento do SI. Em 1959, houve um acordo entre Estados Unidos, Reino Unido, Canada, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul para estabelecer a libra e a jarda internacionais através da rastreabilidade ao SI, que na época era conhecido como Sistema Métrico. Pelo fato do Sistema Métrico (SI) ser muito mais desenvolvido e exato, o acordo definiu que 1 polegada equivale a exatamente 25,4 mm, ou seja, 0,0254 m.

O símbolo internacional normalizado para polegada é in (ISO 80000-4). Por vezes, a unidade polegada é também representada por uma dupla plica (p.ex. 30″ = 30 in). Da mesma forma, o pé (unidade) é representado por uma plica, e então 6′ 2″ significam 6 pés e 2 polegadas, que medem 1,879 6 m.

Não há espaço entre o número e as plicas, ao contrário do que ocorre entre o número e o símbolo in.

No entanto, por falta de conhecimento ou por dificuldades técnicas, a dupla plica é às vezes erradamente representada por umas aspas curvas (”) ou por umas aspas ASCII (“); do mesmo modo, a plica (′) é às vezes erradamente representada por um apóstrofo (’) ou por um apóstrofo ASCII (‘).

A Vital Tech trabalha com painéis em diferentes tamanhos e polegadas que melhor se adequam a necessidade de visibilidade do cliente essas são:

POLEGADA MEDIDA EM CENTÍMETRO DISTÂNCIA
1,5″ 3,8 cm 15 metros
2,3 5,5 cm 25 metros
4″ 10,5 cm 50 metros
6″ 15 cm 75 metros
11″ 29,5 cm 150 metros
25,5″ 66 cm 400 metros
35,6″ 89 cm 600 metros

 

Por isso não deixe de solicitar um orçamento e verificar qual a melhor visibilidade e adquira já um produto de qualidade e que atenderá a necessidade de sua empresa.

http://www.vitaltech.com.br

 

Fonte: informações internas e busca na internet

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